Mostrar mensagens com a etiqueta musica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta musica. Mostrar todas as mensagens

25 abril 2013

25 de Abril de 1974 | Uma canção




GRÂNDOLA, VILA MORENA

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade


[Canção: Grândola, Vila Morena, José Afonso, 1929-1987 | Gravação em concerto: 29 de Janeiro de 1983, Coliseu de Lisboa | >>>  e  >>> ]



15 março 2013

A roupa do marinheiro | Vai de Roda e Uxía




Vai de Roda e Uxía | A roupa do marinheiro | Canção tradicional do Minho extraída do álbum «Polas Ondas» [1996] | Uxía - voz; Tentúgal - low-whistle, ponteira e percussões; Eduardo Coelho - guitarra portuguesa; Sérgio Ferreira - violino; Jorge Lira - gaita de foles; Cristina Martins - sintetizadores; Helena Soares - acordeão; Abílio Santos - viola braguesa.



A roupa do marinheiro

Não é lavada no rio,

É lavada no mar alto

À sombrinha do navio.


À sombrinha do navio,

À sombrinha do vapor,

Vai-te embora, marinheiro,

Que eu não sou o teu amor.


Que eu não sou o teu amor,

Que eu não sou o teu amor,

Que eu não como a figueira

Que dá fruto sem «felor».




14 fevereiro 2013

Às Vezes o Amor | Sérgio Godinho






Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada

Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas

P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino

Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida

24 janeiro 2013

Sete Mares | Sétima Legião



Sétima Legião | Sete Mares

Tem mil anos uma história
De viver a navegar
Há mil anos de memórias a contar
Ai, cidade à beira-mar
Azul

Se os mares são só sete
Há mais terra do que mar...
Voltarei, amor, com a força da maré
Ai, cidade à beira-mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares

Foram tantas as tormentas
Que tivemos de enfrentar...
Chegarei, amor, na volta da maré
Ai, troquei-te por um mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares

22 novembro 2012

Sa qui turo | L'Arpeggiata and The King's Singers




L'Arpeggiata and The King's Singers | Sa qui turo

Sa qui turo zente pleta/ He he/ turo zente de Guine/ he he,/ tambor, flauta y cassaeta/ Y carcavena sua pé,/ he he he he./ Vamos o fazer huns fessa/ o menino Manue,/ he he he./ Canta Baciao/ canta tu Thome/ canta tu/ canta tu/ canta Flansiquia/ canta Caterija/ canta tu,/ canta tu,/ Canta tu Flunando/ Canta tu Resnando/ Canta tu./ Canta tu./ Oya, oya:/ turo neglo hare canta,/ ha cantamo e bayamo/ que forro ficamo,/ ha tanhemo y cantamo/ ha frugamo e tanhemo/ ha tocamo pandero ha flauta y carcave,/ ha dizemo que biba/ biba mia siola y biba Zuze./ Todos los que estamos aquí somos negros, / negros de Guinea, /he, he, he, / tambor, flauta y castañuelas, / cascabeles en los pies, / he, he, he, / Vamos a organizar una fiesta /en honor del pequeño Manuel,/ he he he. Canta tú, Sebastián,/ Canta tú, Tomás, / Canta tú, / Canta tú, Francisca, / Canta, Catalina, / Canta tú, / Canta tú, Fernando, / Canta tú, Renando, / Canta tú, / Escuchad, escuchad: Todos los negros saben cantar, / cantamos y bailamos / puesto que somos libres, / tocamos y cantamos, /nos divertimos y tocamos, /tocamos el pandero, la flauta y los cascabeles, / lanzamos “vivas” / Viva la Virgen y viva José. www.arpeggiata.com / www.kingssingers.com

Para assinalar o dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos,  partilhamos convosco "Sa qui turo", interpretada pelo grupo  L'Arpeggiata acompanhado de The King's Singers.