Investigação, ambiente, jornalismo,
comunicação, internet Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA) é um Programa
internacional que envolve actualmente 22 países da FEE. Este Programa que
decorre em Portugal desde 1994, destina-se fundamentalmente aos estudantes do
Ensino Secundário e Profissional, pretendendo contribuir para o treino do
exercício de uma cidadania activa e participativa. Inicia-se com um projecto
local, que os jovens investigam, reportam e comunicam recorrendo aos jornais,
internet e outros meios de comunicação. Potencializa ainda possibilidades de
intercâmbio em especial durante as Missões para reportagem ambiental | www.jra.abae.pt
Bibliotecas Escolares | Agrupamento de Escolas Dr. Carlos Pinto Ferreira | Junqueira, Vila do Conde
23 outubro 2012
Concurso Nacional de Leitura [CNL] | 7.ª Edição - 2012-2013
7.ª Edição do CNL – Concurso Nacional de Leitura | Na sequência das edições anteriores, é declarado início da 7.ª Edição do CNL a data de 22.10.2012. O PNL, Plano Nacional de Leitura, congratula-se com o êxito que tem constituído a participação de todos os agentes de promoção da leitura e pelo forte e entusiástico empenho das escolas, das bibliotecas, dos alunos participantes e das suas famílias na realização do Concurso Nacional de Leitura | NOTA: Fazer uma leitura muito atenta do REGULAMENTO do concurso e das PERGUNTAS MAIS FREQUENTES que estarão sempre disponibilizados no sítio Concursos, do site do PNL | www.planonacionaldeleitura.gov.pt
22 outubro 2012
Concurso | Um Conto que Contas
O concurso “Um conto que contas” é da responsabilidade de uma Comissão Organizadora em colaboração com a Delegação Regional do Sul e Ilhas da Sociedade Portuguesa de Matemática, e com o apoio da Universidade de Évora, da Fundação Luís de Molina, do Centro de Investigação em Matemática e Aplicações da Universidade de Évora, do Centro de Matemática Aplicada e Tecnologias de Informação da Universidade dos Açores e da Delta Cafés. Este concurso é aberto à participação de todos os jovens que frequentem escolas públicas e privadas, desde o 1.º ao 12.º ano de escolaridade, e escolas profissionais acreditadas em qualquer modalidade de função com equivalência legal a esses níveis de escolaridade, de todo o país. | O concurso consiste na escrita e ilustração de um conto que envolva conteúdos matemáticos e tem como principais objetivos fomentar hábitos de leitura e de escrita nos alunos, assim como promover a articulação entre diversas áreas do saber, desenvolver a capacidade de expressão e comunicação, estimular a imaginação | Os participantes podem concorrer a uma de oito categorias e de acordo com os ciclos de ensino em que estão integrados, na modalidade individual ou em equipa, num máximo de quatro elementos | Os contos serão apreciados por um júri, que integrará especialistas das áreas de matemática e de português. Na avaliação dos contos serão valorizados os conteúdos matemáticos, o domínio da língua, a originalidade, a criatividade, o encadeamento lógico narrativo, entre outros. Aos três melhores classificados, em cada uma das oito categorias, serão atribuídos prémios | www.spmsul.uevora.pt
150 anos do Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
O Centro Cultural de Belém, a Casa de Camilo de São Miguel de Seide / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o Plano Nacional de Leitura, o CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa –, o Teatro Nacional de São Carlos e o Centro Nacional de Cultura, vão comemorar os 150 anos da publicação do Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco: www.ccb.pt | A partir de hoje estão disponíveis no site do Diário de Notícias, DOZE livros de Camilo Castelo Branco, digitalizados a partir de edições que pertencem ao espólio da Biblioteca Nacional. | Camilo Castelo Branco é um autor recomendado nas novas Metas Curriculares de Português do Ensino Básico e está presente no Plano Nacional de Leitura; através das várias plataformas do PNL, os alunos poderão partilhar as suas experiências a partir do contacto com a obra camiliana.
11 outubro 2012
Leituras | John Steinbeck, A Pérola
Leituras | John Steinbeck, A Pérola | Lê Abílio Santos
[...] Mas
a música da pérola vibrava triunfantemente dentro de Kino. Juana ergueu os olhos
para ele e os seus olhos abriram-se diante da coragem de Kino e da sua
imaginação. Tinha-o penetrado uma energia electrizante, agora que derrubara os
horizontes. Na pérola via Coyotito sentado a uma carteira numa escola como a
que Kino tinha visto um dia através de uma porta aberta. E Coyotito tinha um
casaco vestido, e um colarinho branco e uma larga gravata de seda. Além disso,
Coyotito estava a escrever numa grande folha de papel. Kino olhou para os
vizinhos, orgulhosamente:
-
O meu filho há-de ir à escola - disse, e fez-se silêncio entre os vizinhos.
Juana conteve a respiração. Os seus olhos brilhavam ao fitá-lo, e baixou
rapidamente o olhar para Coyotito, para ver se aquilo seria possível.
Mas
a profecia brilhava no rosto de Kino.
-
O meu filho há-de ler e abrir os livros, e o meu filho há-de escrever e
conhecer a escrita. E o meu filho há-de fazer números, e essas coisas hão-de
libertar-nos, porque ele há-de saber, há-de saber e nós havemos de saber
através dele.
E
na pérola Kino viu-se a si próprio e a Juana acocorados junto do fogo, dentro
da cabana, enquanto Coyotito lia um grande livro. [...]
09 outubro 2012
03 outubro 2012
Livros
Biblioteca
Escolar / Centro de Recursos Educativos da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Carlos Pinto
Ferreira - Junqueira, Vila do Conde
Outubro | Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
Outubro
| Mês Internacional das Bibliotecas Escolares | Bibliotecas escolares: a chave para o passado, presente e futuro | blogue.rbe.min-edu.pt | www.iasl-online.org
26 setembro 2012
Leituras | Ray Bradbury, Fahrenheit 451
Leituras
| Ray Bradbury, Fahrenheit 451 | Lê Abílio Santos
[...] Na
penumbra, uma página abriu-se, como uma pluma de neve, as palavras
delicadamente traçadas na superfície branca. Na confusão, Montag apenas teve um
segundo para ler uma linha, mas essa linha brilhou no seu espírito durante todo
o minuto seguinte, como marcada a ferro em brasa: «O tempo adormeceu sob o sol
da tarde». Largou o livro. Imediatamente um outro lhe caiu nos braços. [...]
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